
Há quatro anos o colégio desenvolve o Projeto Literatura no Teatro, nele nossos educandos vivenciam obras literárias clássicas dos vestibulares mais importantes e no final do espetáculo participam de um debate com o Prof. Renato Santos e o diretor da peça.
Em seguida realizam uma atividade de aproveitamento de estudo referente ao espetáculo visto!
Uma maneira divertida de conhecer uma obra tão necessária para prestar os melhores vestibulares!
Datas:
Manhã
Dia 30/04 - QUARTA - Saída às 8h retorno às 12h30 (Proponho que eles tenham a primeira aula "normal")
As Cidades e As Serras de Eça de Queiroz
Dia 06/05 - TERÇA - - Saída às 8h retorno às 12h30 (Proponho que eles tenham a primeira aula "normal")
Dia 30/04 - Saída às 19h retorno às 22h30
As Cidades e As Serras de Eça de Queiroz
Público: 2º e 3º EM e 2º e 3º EJA
Dia 06/05 - TERÇA - Saída às 19h retorno às 22h30
Maiores informações com Prof. Renato Santos
Sinopse
A CIDADE E AS SERRAS - De Eça de Queiroz
A Cidade e as Serras. Romance publicado em 1901, um ano depois do falecimento de Eça de Queirós, escrito em primeira pessoa, por José Fernandes, um personagem secundário, retrata a trajetória de Jacinto, um cidadão fanático pela vida urbana. Jacinto de formação positivista e acredita que o homem só é superiormente feliz, quando é superiormente civilizado, cujo regalo acontece num palacete em Paris, ancorado por todos os produtos da modernidade. Mas num certo momento é tomado por um tédio mortal, e então, convida seu amigo José Fernandes para ir para a serra.
A paisagem serrana provoca um deslumbramento em Jacinto, que se converte ao bucolismo, casa-se com Joaninha, tem filhos, mas não abandona o conforto da tecnologia. Jacinto trás para o campo o necessário da tecnologia para a melhoria dele. Constrói casas para os empregados, hospitais e escolas. Além, de mandar vir luz elétrica para todos. Finda aquietando-se na vida no campo.
AUTO DA BARCA DO INFERNO - De Gil Vicente
O Auto da Barca do Inferno é um espetáculo marcado por duas barcas que conduzem os mortos, conforme seus comportamentos em vida, ao Paraíso ou ao Inferno. Ou seja, Anjo e o Diabo, decidem o futuro das personagens.
Gil Vicente com esta obra usa o teatro como fonte de moralidade e retrata a sociedade portuguesa do seu tempo, ilustrando seus vícios e os dramas. Os tipos vicentinos assumem um caráter simbólico, não sendo identificados por nomes e sim pelas atividades que exercem ou por seu traço social.
O Diretor José Paulo Rosa, fez uma tradução da obra para o português entendido no Brasil para facilitar o entendimento do espectador, porém, sem deixar de apresentar todas as personagens da obra, obedeceu à musicalidade, não deixou de apresentar trocadilhos, ditos populares, além dos elementos cômicos, características marcantes do autor.
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